Café não deve aumentar nos próximos meses

Julius Schorzman / wikimedia

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Ano novo, novos preços. É uma velha máxima que se pode esperar que seja posta em prática em quase todas as áreas neste novo ano de 2015, mas que não deverá aplicar-se ao café. As principais marcas assim o vaticinam.

“Não está nos planos da Nutricafés alterar os seus preços nos próximos meses”, salienta o presidente executivo da empresa proprietária das marcas Nicola e Chave D’Ouro, João Dotti, em declarações divulgadas pelo JN.

Todavia, este responsável trata de frisar que “nenhuma empresa responsável poderá hoje garantir que não aumentará os preços em 2015”.

De todos os modos, a tendência, neste arranque de ano, é que o preço do café se mantenha inalterado.

As marcas Nespresso e Delta já tinha sublinhado, na última semana de 2014, que não pretendiam aumentar os preços. Essa é a expectativa, pelo menos, para os primeiros meses de 2015. A ver se a tendência se aguentará pelo resto do ano.

SV, ZAP

1 COMENTÁRIO

  1. N’O Cafe da Praça, o preço de café Nicola mantém-se nos 60 cêntimos. Houve uma enorme quebra no consumo nos estabelecimentos abertos ao público, devido em grande parte à oferta tecnológica e cultural nos lares (internet, filmes, dvd, etc.) e à popularidade das máquinas de café para o lar (geralmente cápsulas).
    Sendo o consumo médio de 0,40 centimos de electricidade pela máquina de café, esta só se justifica se forem vendidos 8 cafes por hora, coisa que aqui se não consegue.
    Para os dias da semana (menor procura) utilisamos uma maquina Delonghi caseira que gasta cerca de 0,20 EUR por hora.
    A principal razão da frequência do Café da Praça é saborear o Queijinho do Céu- doce conventual confeccionado pelas Irmãs Clarissas que residem em clausura em Montalvo – uma das freguesias do concelho de Constância.

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