O scanner é um periférico só de saída?

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Pelo contrário. O scanner é um dispositivo apenas de entrada. Pode ser de vários tipos. Pode ser o tradicional scanner de mesa ou o scanner do multifunções de lá de casa ou um leitor de códigos de barras (infravermelhos ou laser), ou até um mais sofisticado scanner 3d. Em qualquer um dos casos, são dispositivos que traduzem informação visual para bits e bytes. No caso do tradicional scanner scanner de mesa, uma área é dividida numa grelha (x,y) em que o numero de quadriculas dessa grelha é dado pela resolução em dpi (dots per inch) do scanner. Quanto maior a resolução, mais pequenos serão os pontos, e portanto mais pontos serão analisados (digitalizados) de uma determinada área. As informações de cor, brilho e contraste de cada um dos pontos da grelha é convertida para bytes rgb e depois de finalizada a digitalização, dão origem à imagem no computador. Desta forma, uma fotografia ou documento pode passar de papel para um ficheiro jpg, tif, gif, bmp ou pdf.
O scanner ou leitor de código de barras, “lê” o código de barras, nomeadamente a grossura de cada traço preto e de cada traço branco e interpreta-os de acordo com normas existentes (EAN 8, EAN 13, EAN 128, etc). Desta forma cada barra é convertida em letras ou numeros dando origem a um código alfanumérico. A vantagem de um sistema deste tipo é a possibilidade desse código ser lido muito rapidamente (numero de serie, código de produto, validade, etc) sem necessidade de um operador ter de digitar cada um dos caracteres que o compõem.
Os scanners 3D podem funcionar de varias formas, uma delas é a cronometragem do tempo que um raio de luz laser enviada, demora a ser reflectida num objecto e a voltar ao scanner. Como a velocidade da luz é uma constante, o computador interpreta esse tempo como sendo a distancia de um ponto ao scanner, então um ponto que esteja mais proximo, demorará menos tempo a reflectir o raio de luz. São assim obtidas imagens em relevo a 3 dimensões.

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